EACF
Série de TV mostra os bastidores e resultados da pesquisa científica brasileira em regiões extremas do planeta
A série documental “Paralelo 60: a ciência brasileira nos extremos do planeta” estreou neste mês, na Rede Minas e na plataforma de streaming Minasplay, com a missão de traduzir para o público o conhecimento científico produzido nos polos e como os resultados podem beneficiar a sociedade.
Drauzio Varella conhece pesquisas brasileiras na Antártica apoiadas pela Marinha
Em um cenário dominado por gelo, ventos intensos e temperaturas negativas, pequenas formas de vida desafiam os limites da sobrevivência — e despertam o interesse da ciência brasileira. Na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), pesquisadores investigam como organismos que resistem ao frio extremo podem revelar caminhos para novos tratamentos de saúde.
Com apoio da Marinha, pesquisador transforma “sonho de infância” em acampamentos que fazem pesquisa de ponta na Antártica
Em um dos ambientes mais extremos do planeta, a Antártica — onde a presença humana depende de planejamento rigoroso e execução precisa — a atividade científica exige mais do que conhecimento técnico: requer experiência, resiliência e capacidade de operar sob condições adversas. Por mais de duas décadas no âmbito do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), um pesquisador brasileiro consolidou uma trajetória marcada por esses atributos, contribuindo para posicionar o País na vanguarda dos estudos sobre mudanças climáticas no continente gelado.
Projeto apoiado pela Marinha investiga limites do corpo humano no ambiente mais extremo do planeta
No silêncio branco e absoluto da Antártica, onde o frio extremo, o isolamento e a limitação de recursos desafiam diariamente os que ali permanecem, uma nova frente científica brasileira busca responder a uma pergunta estratégica: como o corpo e a mente humanos reagem a longos períodos em ambientes classificados como isolados, confinados e extremos (ICE)?
Marinha celebra 40 anos da primeira invernada na Antártica
Há 40 anos, pesquisadores e militares da Marinha do Brasil (MB) permaneceram, pela primeira vez, na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) durante todo o inverno antártico. Desde então, a presença brasileira no continente passou a incluir invernadas regulares, garantindo a continuidade das pesquisas científicas.
Fase de verão da OPERANTAR XLIII é concluída após meio ano de atividades
A manhã deste sábado (12) representou um momento importante para a Marinha do Brasil (MB) e para a pesquisa científica nacional: o Navio de Apoio Oceanográfico (NApOc) “Ary Rongel” e o Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” retornaram ao Brasil após cerca de seis meses em comissão na Antártica. A chegada dos navios à Base Naval da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro (RJ), marcou o fim da fase de verão da 43ª Operação Antártica (OPERANTAR XLIII), iniciada no último mês de outubro.
Brasil fortalece pesquisas na Antártica com novo convênio entre Marinha e UFES
Um convênio firmado na manhã desta terça-feira (18), entre a Marinha do Brasil (MB), a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e a Fundação Espirito-Santense de Tecnologia (FEST), promete impulsionar as atividades científicas no continente gelado. O acordo visa melhorar os processos logísticos do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) para que a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), estrutura mantida pela Força Naval naquela região, seja capaz de apoiar ainda mais projetos de pesquisa.
Estação Antártica Comandante Ferraz completa 41 anos
Nesta quinta-feira (6), a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) comemora 41 anos, reafirmando a presença brasileira no Continente Branco. Desde sua inauguração, em 6 de fevereiro de 1984, a estação passou por modernizações e ampliações, consolidando-se como um importante polo para estudos interdisciplinares em um dos ambientes mais desafiadores do planeta.
Países latino-americanos planejam ações coordenadas entre programas antárticos
Brasília (DF) sedia, até esta quinta-feira (5), a 35ª Reunião de Administradores de Programas Antárticos Latino-Americanos (RAPAL), com representantes de oito países, dos quais seis possuem bases científicas no continente branco. O Brasil lidera o grupo de trabalho responsável por propor estudos conjuntos sobre as mudanças na região antártica e suas consequências sobre o clima e a biodiversidade mundiais, contribuindo para o planejamento do 5º Ano Polar Internacional, marcado para 2032.


